A graça de Deus e a diversidade humana: uma perspectiva teológica sobre o dia internacional da discriminação racial

O dia internacional da discriminação racial, celebrado em 21 de março, é uma data que nos convida a reconhecer e combater o racismo em todas as suas formas e manifestações. A data foi instituída pela ONU em memória ao massacre de Sharpeville, que ocorreu na África do Sul em 1960, quando tropas do exército atiraram contra manifestantes pacíficos que protestavam contra a lei do apartheid.

Como discípulos de Cristo, cremos que Deus criou todos os seres humanos à sua imagem e semelhança (Gn 1.26-27) e que Ele não faz acepção de pessoas (At 10.34-35). Portanto, temos o dever de respeitar e amar a todos como irmãos e irmãs, independentemente de sua cor, etnia ou origem (Gl 3.28; 1Jo 4.20-21). Também temos o dever de denunciar e combater o racismo como um pecado que ofende a Deus e fere a dignidade humana (Tg 2.9; Pv 14.31).

O racismo é uma ideologia que hierarquiza as pessoas com base em características físicas ou culturais e que justifica a dominação, a exploração e a violência contra os grupos considerados inferiores ou diferentes.

Para nos opor a esta ideologia pecaminosa à luz do evangelho, precisamos escutar atentamente e respeitosamente as pessoas que sofrem com o racismo (Tg 1.19; Rm 12:15). e expressar o amor de Deus a elas, através de Cristo e da nova vida que para a qual ele nos convida.

Que Deus nos ajude a viver essa vocação com amor, humildade e coragem (Mq 6.8; Jo 13.34-35; Rm 12:21).

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